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	<title>Notícia &#8211; ANPUH &#8211; PB &#8211; Associação Nacional de História &#8211; Seção Regional Paraíba</title>
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	<description>Associação Nacional de História - Seção Regional Paraíba</description>
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	<title>Notícia &#8211; ANPUH &#8211; PB &#8211; Associação Nacional de História &#8211; Seção Regional Paraíba</title>
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		<title>XXI ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Aug 2024 13:37:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[AMÉRICA LATINA E BRASIL: ENTRE ONDAS PROGRESSISTAS E REAÇÕES CONSERVADORAS A ANPUH-PB (Associação Nacional de História – Seção Paraíba), fundada originalmente em 1967 e rearticulada nos finais dos anos de 1970, desde então esteve envolvida em diversas lutas no plano nacional e estadual, realizou Encontros Bianuais, bem como organizou dois Simpósios Nacionais (1981 e 2003).&#8230;&#160;<a href="https://anpuhpb.org/site/noticia/xxi-encontro-estadual-de-historia/" rel="bookmark" data-wpel-link="internal">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">XXI ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">AMÉRICA LATINA E BRASIL: ENTRE ONDAS PROGRESSISTAS E REAÇÕES CONSERVADORAS</h4>



<p>A ANPUH-PB (Associação Nacional de História – Seção Paraíba), fundada originalmente em 1967 e rearticulada nos finais dos anos de 1970, desde então esteve envolvida em diversas lutas no plano nacional e estadual, realizou Encontros Bianuais, bem como organizou dois Simpósios Nacionais (1981 e 2003). Nesse meio tempo, engajou-se em combates em prol da democracia, da defesa do conhecimento histórico e da profissão de historiador/a. Desde seus primeiros momentos, a entidade tem defendido ativamente a plena integração de profissionais e estudantes de História de todos os níveis de ensino em suas atividades. [&#8230;]</p>



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		<item>
		<title>NOTA DA ANPUH/PB SOBRE A SITUAÇÃO NA FAIXA DE GAZA</title>
		<link>https://anpuhpb.org/site/noticia/nota-da-anpuh-pb-sobre-a-situacao-na-faixa-de-gaza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Feb 2024 17:21:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[NOTA DA ANPUH/PB SOBRE A SITUAÇÃO NA FAIXA DE GAZA E O PRONUNCIAMENTO DO PRESIDENTE LULA ACERCA DO TEMA]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading" id="0-nota-da-anpuhpb-sobre-a-situa%C3%A7%C3%A3o-na-faixa-de-gaza-e-o-pronunciamento-do-presidente-lula-acerca-do-tema-"><strong>NOTA DA ANPUH/PB SOBRE A SITUAÇÃO NA FAIXA DE GAZA E O PRONUNCIAMENTO DO PRESIDENTE LULA ACERCA DO TEMA</strong></h3>



<p>Desde o domingo, 18 de fevereiro, tem havido uma enorme repercussão em todas as mídias sociais sobre o pronunciamento do Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva acerca do conflito entre Israel e Hamas na Faixa de Gaza, durante a 37ª Cúpula de Chefes de Estado e Governo da União Africana, em Adis Abeba, na Etiópia.</p>



<p>Diferentes meios de comunicação como TVs, jornais e as múltiplas redes sociais digitais têm repercutido com diversas formas de apropriação e produção de significado a seguinte frase enunciada por Lula: “O que está acontecendo na Faixa de Gaza com o povo palestino não existiu em nenhum outro momento histórico. Aliás, existiu. Quando Hitler resolveu matar os judeus”. Este trecho não pode ser recortado do contexto no qual foi pronunciado, quando o Presidente respondia – de acordo com a CNN Brasil – a uma pergunta sobre “a decisão de seu governo de fazer novos aportes de recursos para a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Oriente Médio (UNRWA)”. Essa fala ganhou imensa repercussão em razão de ter sido atribuída a Lula uma “comparação inadequada” entre o Holocausto – extermínio programado de judeus, ciganos, homossexuais, pessoas com deficiências etc. durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) sob a liderança de Adolf Hitler – e o conflito entre o Estado de Israel e o Hamas, algo que até o momento já vitimou mais de 12 mil crianças e mulheres palestinas inocentes e sem possibilidade de fuga ou ajuda humanitária de acordo com a Anistia Internacional. A situação se agrava, pois, a saída para o Egito está fechada e boa parte da população tem fugido para o sul da Faixa de Gaza, espaço para o qual está programada umanova operação militar.</p>



<p>Para quem defende os direitos humanos e as vidas palestinas, o cenário é de medo. Um medo perturbador, silencioso e estruturante de uma relação desigual e despótica, como tão bem traduziu a tela de Pablo Picasso que – retirando-se o contexto específico ao qual ela remete – nos ensina a perceber e pensar sobre os corpos palestinos vitimizados e fartamente apresentados em imagens da Internet.</p>



<p>Tendo em vista as condições históricas em que nos encontramos e o nível de repercussão que a fala do Presidente Lula tomou – considerando ainda que o Estado de Israel respondeu a este pronunciamento de Lula definindo-o como <em>persona non grata</em> naquele território, acentuando assim a crise diplomática –, a Associação Nacional de História (ANPUH) – Seção Paraíba, vem a público se pronunciar sobre o tema. Visa contribuir no debate público sobre este tema sensível, mas fundamental à governança global e à defesa da vida humana e da democracia.</p>



<p>Se, como parte dos analistas tem afirmado, houve uma comparação entre o Holocausto e a morte de milhares de palestinos na Faixa de Gaza, vale reafirmar que tal comparação não pode ser vista como desproporcional em termos históricos e semânticos, por duas razões: <em>a)</em> a atitude intelectual de comparar dois acontecimentos ou processos sociais e históricos distanciados no tempo e no espaço é uma ferramenta importante em termos de consciência histórica, pois não descaracteriza tais fatos nem os torna iguais de forma anacrônica, mas contribui para melhor compreender as singularidades e diferenças entre si, oportunizando que se olhe para os dois fatos e se reconheça que o Holocausto – termo sequer pronunciado pelo Presidente Lula – ou <em>Shoah</em>, como define a comunidade judaica, se refere ao extermínio programado e por motivação étnica e racial tanto da população judaica como de outros que não se enquadravam na ótica eugenista do Terceiro Reich; <em>b) </em>o conceito de genocídio está definido na “Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio”, concluída no dia 11 de dezembro de 1948 no âmbito da III Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), nos seguintes termos:</p>



<p>Entende-se por genocídio qualquer dos seguintes atos, cometidos com a intenção de destruir no todo ou em parte, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso, como tal:</p>



<ol class="wp-block-list" style="list-style-type:lower-alpha">
<li>matar membros do grupo;</li>



<li>causar lesão grave à integridade física ou mental de membros do grupo;</li>



<li>submeter intencionalmente o grupo à condição de existência capaz de ocasionar-lhe a destruição física ou parcial;</li>



<li>adotar medidas destinadas a impedir os nascimentos no seio do grupo;</li>



<li>efetuar a transferência forçada de crianças do grupo para outro grupo.</li>
</ol>



<p>Compreende-se que genocídio é um conceito que pode ser mobilizado para compreender historicamente diferentes processos nos quais estas características apareçam em meio a dinâmicas variadas. Por este motivo o conceito de genocídio tem sido usado para descrever acontecimentos e processos, tais como: a hecatombe que se abateu sobre as populações originárias da América após 1492; o extermínio da população armênia entre 1915 e 1923; o massacre em Ruanda em 1994 com os grupos étnicos tútsis e hutus; o extermínio populacional em Camboja nos anos 1970; o sequestro e a escravização das populações da África no continente americano a partir do século XVI etc. Assim, diferentemente do que o Presidente Lula afirmou, o genocídio do povo palestino que ocorre atualmente na Faixa de Gaza pode ser comparado também com outras situações historicamente situadas, sem necessariamente incorrer na lógica que reduz o acontecimento ao número de vítimas. Apesar da importância dos índices quantitativos sobre tais acontecimentos, sabemos que geralmente são inexatos em função da própria destruição de provas que ocorre em contextos desse tipo.</p>



<p>Portanto, tendoem vista que a supracitada Convenção da ONU foi ratificada pelo Brasil em 15 de abril de 1952 e que as circunstâncias que se desenham na Faixa de Gaza não apenas desde 7 de outubro de 2023, mas com uma extensão mais ampla que tem a ver com a própria formação do Estado de Israel, indicam um grau de violência sobre a população palestina, vale considerar tal comparação como pertinente por duas razões: <em>a)</em> ela de modo algum sugere uma postura que descaracterize os dois processos entre si, mas ao contrário alerta para a importância de identificar e combater experiências históricas de extermínio de um grupo humano; <em>b)</em> sob hipótese alguma tal comparação macula a memória histórica dos judeus sobre o Holocausto, mas põe em discussão na esfera pública uma continuidade perversa na lógica colonialista, considerando-se que o povo palestino foi espoliado de seu território pelo movimento sionista que gestou o Estado de Israel. Isso nos alerta para uma diferença fundamental entre “Estado de Israel” (organismo jurídico-político passível de crítica em razão de suas ações no Oriente Médio) e “povo judeu”, cuja história e memória de luta pela emancipação sociocultural e política deve ser objeto do nosso interesse e respeito no ensino, na pesquisa e na promoção da cidadania.</p>



<p>Acrescentamos que é importante discernir entre as necessárias e legítimas críticas ao Estado de Israel e a prática do antissemitismo por parte de alguns, que não pode ser tolerada pela consciência cidadã universal. Criticar a ação de um Estado é algo necessário, mas atacar um povo e disseminar ódio e preconceitos é inaceitável. Criticamos Israel, defendemos a integridade das pessoas de origem judaica como cidadãos da humanidade.</p>



<p>Cabe considerar que o uso político do termo “antissemitismo” tem a sua própria historicidade. No discurso político é relevante que se compreenda a importância de não reduzir uma crítica ao Estado de Israel como “necessariamente” um posicionamento antissemita. Essa tentativa de silenciar críticas a Israel tem a tem a ver com a modalidade de uso do passado histórico pelo sionismo israelense e serve para inviabilizar críticas ao seu <em>modus operandi</em>. Por outro lado, cabe recordar que “antissemitismo” não se refere apenas aos judeus, mas também aos árabes e palestinos, que também são de ascendência semita.</p>



<p>Portanto, em meio à polêmica, a ANPUH-PB compreende que a sociedade como um todo pode vir a melhor compreender dinâmicas históricas dessa natureza e alertar para a presença da violência na cultura. Deste debate que tende a contribuir para um cessar-fogo na Faixa de Gaza e uma intervenção humanitária no território, pode-se lembrar a frase do filósofo Theodor Adorno – também vítima da perseguição nazista – sobre o Holocausto: “Para que não se esqueça. Para que jamais algo semelhante aconteça”.</p>



<p class="has-text-align-right">ANPUH-PB, 23 de fevereiro de 2024</p>
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			</item>
		<item>
		<title>DITADURA NUNCA MAIS!</title>
		<link>https://anpuhpb.org/site/noticia/ditadura-nunca-mais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Mar 2021 10:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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		<title>XIX EEH</title>
		<link>https://anpuhpb.org/site/noticia/xix-eeh/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2020 11:10:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[xix-eeh]]></category>
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					<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições para o XIX Encontro Estadual de História, que ocorrerá de forma online entre os dias 25 e 27 de novembro de 2020. As inscrições para apresentações orais podem ser feitas até o dia 1º de outubro de 2020. Para maiores informações, acesse o site do evento ou nossas redes sociais. xixeehistoria3.wixsite.com/xixeehistoria&#8230;&#160;<a href="https://anpuhpb.org/site/noticia/xix-eeh/" rel="bookmark" data-wpel-link="internal">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">XIX EEH</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Estão abertas as inscrições para o XIX Encontro Estadual de História, que ocorrerá de forma online entre os dias 25 e 27 de novembro de 2020. As inscrições para apresentações orais podem ser feitas até o dia 1º de outubro de 2020. Para maiores informações, acesse o site do evento ou nossas redes sociais.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><a rel="noreferrer noopener" href="https://xixeehistoria3.wixsite.com/xixeehistoria" target="_blank" data-wpel-link="external">xixeehistoria3.wixsite.com/xixeehistoria</a></li><li><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.instagram.com/xixeehistoria/?igshid=dv8gigj9ujwy" target="_blank" data-wpel-link="external">instagram.com/xixeehistoria/?igshid=dv8gigj9ujwy</a></li><li><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.facebook.com/events/621963085202654" target="_blank" data-wpel-link="external">facebook.com/events/621963085202654</a></li></ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Inscrições de STS e MCS prorrogadas!</title>
		<link>https://anpuhpb.org/site/noticia/inscricoes-de-sts-e-mcs-prorrogadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2020 17:27:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
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			</item>
		<item>
		<title>Greve Nacional da Educação &#8211; 15/05/2019</title>
		<link>https://anpuhpb.org/site/noticia/greve-nacional-da-educacao-15-05-2019/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 May 2019 17:36:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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			</item>
		<item>
		<title>O Museu Nacional está em chamas</title>
		<link>https://anpuhpb.org/site/noticia/o-museu-nacional-esta-em-chamas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Sep 2018 01:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[Um incêndio de enormes proporções está destruindo milhares de anos de história do Brasil e do mundo. O Museu Nacional está em chamas. Esta é uma perda irreparável. Quando um país desqualifica sua cultura, seu conhecimento e sua ciência. Quando se congela recursos para a ciência e a educação. Quando se despreza o passado, se&#8230;&#160;<a href="https://anpuhpb.org/site/noticia/o-museu-nacional-esta-em-chamas/" rel="bookmark" data-wpel-link="internal">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">O Museu Nacional está em chamas</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um incêndio de enormes proporções está destruindo milhares de anos de história do Brasil e do mundo. O Museu Nacional está em chamas. Esta é uma perda irreparável. Quando um país desqualifica sua cultura, seu conhecimento e sua ciência. Quando se congela recursos para a ciência e a educação. Quando se despreza o passado, se compromete o futuro. A falta de recursos para a segurança, para as reformas necessárias, já vinha sendo denunciada há muito tempo. Esta irresponsabilidade tem nome e endereço. A ANPUH-Brasil manifesta seu repúdio ao desprezo com que foi tratado o Museu Nacional nos últimos anos e responsabiliza todos os que deveriam ter preservado esta riqueza que agora está definitivamente perdida.</p>



<p><strong>NOTA DA ANPUH-PB: Crônica de uma tragédia anunciada</strong></p>



<p>Hoje, o país amanheceu devastado por mais uma tragédia. Na fatídica noite anterior, um incêndio destruiu a quase totalidade do nosso maior patrimônio museológico. À maneira das obras de ficção que representam futuros distópicos, nos quais o conhecimento e a arte são perseguidos e incendiados, nosso patrimônio cultural foi dilacerado. O Museu Nacional, que agregava o maior acervo da América Latina, tinha um custo de manutenção de 1,4 mil reais por dia, não repassados em sua integralidade desde 2015. A contar com o primeiro quadrimestre de 2018, recebeu um terço desse valor &#8211; o menor repasse dos últimos tempos. Tempos de crise, pelo progressivo desmonte dos investimentos públicos em todos os setores. Tempos de crise, pelo golpe que se abateu sobre o país, trazendo consigo cortes no orçamento que comprometem a educação, as universidades e, nesse curso, a preservação da memória.<br>Em agosto passado, a primeira nota da ANPUH-PB, divulgada após o Encontro Estadual de História, pontuava a indignação dos nossos associados com os cortes nos programas financiados pela CAPES, a ameaçar o fomento à ciência e à pesquisa no país. A segunda, igualmente indignada, ponderava sobre o lugar da história como disciplina escolar na educação básica, tornada não-obrigatória pela BNCC então proposta pelo Ministério da Educação.<br>Agora, ciência, história e memória se reencontram a demandar o nosso grito. Somamo-nos às manifestações país a fora, aos manifestos e às notas de pesar registradas por todas as associações, sindicatos e outras instituições que registram a sua indignação com essa perda irreparável; que registram o ultraje da vida em um país que não respeita a história e a memória. Que não respeita o seu povo: queima-se museus, florestas, índios, moradores de rua. A propósito, um candidato à presidência vai à TV aberta em horário nobre e anuncia seu desprezo pela história. E por desprezo do Governo Federal, o nosso mais importante museu foi devastado.<br>Diante do exposto, a ANPUH-PB, em respeito a uma trajetória de luta em décadas de existência vem repudiar de maneira veemente o desmonte das políticas públicas nas áreas de cultura, educação e saúde, bem como se solidarizar com os colegas que compõem o Museu Nacional, se colocando na trincheira de luta pelos direitos da maioria de nossa população.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os delírios anticomunistas da &#8220;escola sem partido&#8221;</title>
		<link>https://anpuhpb.org/site/noticia/os-delirios-anticomunistas-da-escola-sem-partido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jul 2016 16:36:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="619" height="861" src="https://anpuhpb.org/site/wp-content/uploads/2021/09/image.png" alt="" class="wp-image-1017" srcset="https://anpuhpb.org/site/wp-content/uploads/2021/09/image.png 619w, https://anpuhpb.org/site/wp-content/uploads/2021/09/image-216x300.png 216w" sizes="(max-width: 619px) 100vw, 619px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="651" height="863" src="https://anpuhpb.org/site/wp-content/uploads/2021/09/image-1.png" alt="" class="wp-image-1018" srcset="https://anpuhpb.org/site/wp-content/uploads/2021/09/image-1.png 651w, https://anpuhpb.org/site/wp-content/uploads/2021/09/image-1-226x300.png 226w" sizes="(max-width: 651px) 100vw, 651px" /></figure>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>PRÊMIO ANPUH-PB – 2ª Edição</title>
		<link>https://anpuhpb.org/site/noticia/premio-anpuh-pb-2a-edicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jul 2016 12:58:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Diretoria da ANPUH-PB tem a honra de anunciar o resultado da 2ª Edição do Prêmio ANPUH-PB: Dissertação 1º Lugar – GUIMARÃES, Matheus Silveira.&#160;Diáspora africana na Paraíba do Norte:&#160;trabalho, tráfico e sociabilidade na primeira metade do século XIX. João Pessoa: Dissertação de Mestrado em História/UFPB, 2015. Orientadora: Solange Pereira da Rocha.Menções honrosas –PESSOA, Victor Gadelha.&#160;As&#8230;&#160;<a href="https://anpuhpb.org/site/noticia/premio-anpuh-pb-2a-edicao/" rel="bookmark" data-wpel-link="internal">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">PRÊMIO ANPUH-PB – 2ª Edição</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Diretoria da ANPUH-PB tem a honra de anunciar o resultado da 2ª Edição do Prêmio ANPUH-PB:</p>



<p><strong><u>Dissertação</u></strong></p>



<p><strong>1º Lugar – </strong>GUIMARÃES, Matheus Silveira.&nbsp;<strong>Diáspora africana na Paraíba do Norte:</strong>&nbsp;trabalho, tráfico e sociabilidade na primeira metade do século XIX. João Pessoa: Dissertação de Mestrado em História/UFPB, 2015. Orientadora: Solange Pereira da Rocha.<br><strong>Menções honrosas<em> –</em></strong>PESSOA, Victor Gadelha.&nbsp;<strong>As Ligas Camponesas da Paraíba:</strong>&nbsp;história e memória. João Pessoa: Dissertação de Mestrado em História/UFPB, 2015. Orientador: Paulo Giovani Antonino Nunes;<br>SILVA, Tatiane Vieira da.&nbsp;<strong>A fabricação de uma cidade monumentalizada</strong>:&nbsp;memória, identidade e patrimônio em Umbuzeiro (PB). Campina Grande: Dissertação de Mestrado em História/UFCG, 2015. Orientador: Rodrigo Ceballos.</p>



<p><strong><u>Monografia</u></strong></p>



<p><strong>1º Lugar –</strong>BURITY, Luiz Mário Dantas.&nbsp;<strong>A redentora do atraso do Nordeste:</strong>&nbsp;uma Escola de Agronomia na história da sociedade rural paraibana (1934-1950). João Pessoa: Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em História)/Universidade Federal da Paraíba, 2014. Orientador: Antonio Carlos Ferreira Pinheiro.<br><strong>Menção honrosa – </strong>SOBREIRA, Dayane Nascimento.&nbsp;<strong>&#8220;Mulher bonita é a que luta&#8221;:</strong>&nbsp;nas tessituras do feminismo em Campina Grande-PB (1982-1992). Campina Grande: Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em História)/Universidade Estadual da Paraíba, 2014. Orientador: Maria do Socorro Cipriano</p>



<p><strong><u>Projeto Pedagógico de Ensino de História na Educação Básica</u></strong></p>



<p><strong>1º Lugar – </strong>ABREU, Rafael da Silva.&nbsp;<strong>Novos arranjos de família: discutindo gênero na História e na contemporaneidade</strong>. Campina Grande: Projeto Pedagógico desenvolvido na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Solon de Lucena, 2015.</p>



<p>Nossas felicitações aos colegas, orientadores e instituições envolvidas. E agradecemos, mais uma vez, aos membros das Comissões Avaliadoras que aceitaram essa difícil tarefa. Aproveitamos a ocasião para lembrar que a entrega da premiação ocorrerá na Solenidade de Abertura do <strong>XVII Encontro Estadual de História – ANPUH-PB &#8220;História: Conhecimento e Profissão&#8221; / I Encontro Estadual do PIBID em História</strong>, na noite do dia 18 de julho, no Centro de Humanidades da Universidade Estadual da Paraíba, em Guarabira.</p>



<p class="has-text-align-right">Saudações anpuhanas,<br>Diretoria da ANPUH-PB.</p>



<p class="has-small-font-size"><strong>Obs.: </strong>Devido ao pequeno atraso na divulgação dos resultados, prevista para o dia 3 de julho, em decorrência do atendimento às necessidades de uma das Comissões Avaliadoras, o prazo para eventuais interposições de recursos está estendido até o dia 8 de julho.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Prêmio ANPUH-PB – 2ª Edição Inscrições Homologadas</title>
		<link>https://anpuhpb.org/site/noticia/premio-anpuh-pb-2a-edicao-inscricoes-homologadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 May 2016 13:28:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[(6/5/2016) DISSERTAÇÃO ALVES, José Maxsuel Lourenço. Entre vacinas e canetas: as apropriações dos saberes médicos nas publicações do Movimento Brasileiro de Alfabetização – MOBRAL (1970-1985). Campina Grande: Dissertação de Mestrado em História/UFCG, 2015. Orientador: Iranilson Buriti de Oliveira; ALVES, Márcia de Albuquerque. Uma década da Lei 10.639/2003 nos cursos de História das Instituições Públicas de&#8230;&#160;<a href="https://anpuhpb.org/site/noticia/premio-anpuh-pb-2a-edicao-inscricoes-homologadas/" rel="bookmark" data-wpel-link="internal">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Prêmio ANPUH-PB – 2ª Edição Inscrições Homologadas</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>(6/5/2016)</strong></p>



<p><strong>DISSERTAÇÃO</strong></p>



<p>ALVES, José Maxsuel Lourenço. <strong>Entre vacinas e canetas:</strong> as apropriações dos saberes médicos nas publicações do Movimento Brasileiro de Alfabetização – MOBRAL (1970-1985). Campina Grande: Dissertação de Mestrado em História/UFCG, 2015. Orientador: Iranilson Buriti de Oliveira;</p>



<p>ALVES, Márcia de Albuquerque. <strong>Uma década da Lei 10.639/2003 nos cursos de História das Instituições Públicas de Ensino Superior na Paraíba:</strong> formação, pesquisa e ensino. João Pessoa: Dissertação de Mestrado em História/UFPB, 2016. Orientadora: Vilma de Lurdes Barbosa e Melo;</p>



<p>EGYPTO, Diogo José Freitas do. <strong>&#8220;Não é a antimúsica, é a música em movimento!&#8221;:</strong> uma história do Grupo Jaguaribe Carne de Estudos (Paraíba, 1974-2004). João Pessoa: Dissertação de Mestrado em História/UFPB, 2015. Orientador: Élio Chaves Flores;</p>



<p>GUIMARÃES, Matheus Silveira. <strong>Diáspora africana na Paraíba do Norte:</strong> trabalho, tráfico e sociabilidade na primeira metade do século XIX. João Pessoa: Dissertação de Mestrado em História/UFPB, 2015. Orientadora: Solange Pereira da Rocha;</p>



<p>PESSOA, Victor Gadelha. <strong>As Ligas Camponesas da Paraíba:</strong> história e memória. João Pessoa: Dissertação de Mestrado em História/UFPB, 2015. Orientador: Paulo Giovani Antonino Nunes;</p>



<p>SILVA, Tatiane Vieira da. <strong>A fabricação de uma cidade monumentalizada: </strong>memória, identidade e patrimônio em Umbuzeiro (PB). Campina Grande: Dissertação de Mestrado em História/UFCG, 2015. Orientador: Rodrigo Ceballos.</p>



<p><strong>MONOGRAFIA</strong></p>



<p>BURITY, Luiz Mário Dantas. <strong>A redentora do atraso do Nordeste:</strong> uma Escola de Agronomia na história da sociedade rural paraibana (1934-1950). João Pessoa: Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em História)/Universidade Federal da Paraíba, 2014. Orientador: Antonio Carlos Ferreira Pinheiro;</p>



<p>CEZÁRIO, Danilo de Sousa. <strong>São José das Botijas ou as Botijas de Piranhas:</strong> a formação de um imaginário histórico-cultural no Sertão Paraibano (São José das Piranhas, 1930-1950). Cajazeiras: Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em História)/Universidade Federal de Campina Grande, 2014. Orientador: Francisco Firmino Sales Neto;</p>



<p>COSTA, Lidineide Vieira da. <strong>&#8220;Algodão entre cristais no conflito capital-trabalho&#8221;:</strong> trabalhadores e patronato frente à Junta de Conciliação e Julgamento de Guarabira-PB no ano de 1987. Guarabira: Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em História)/Universidade Estadual da Paraíba, 2015. Orientador: Tiago Bernardon de Oliveira;</p>



<p>SOBREIRA, Dayane Nascimento. <strong>&#8220;Mulher bonita é a que luta&#8221;:</strong> nas tessituras do feminismo em Campina Grande-PB (1982-1992). Campina Grande: Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em História)/Universidade Estadual da Paraíba, 2014. Orientador: Maria do Socorro Cipriano;</p>



<p>SOUSA, Francisca Salete de. <strong>A fabricação de um político: </strong>história e memória de Antônio Mariz (Sousa/PB, 1963-1969). Cajazeiras: Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em História)/Universidade Federal de Campina Grande, 2015. Orientador: Francisco Firmino Sales Neto.</p>



<p><strong>PROJETO PEDAGÓGICO DE ENSINO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO BÁSICA</strong></p>



<p>ABREU, Rafael da Silva. <strong>Novos arranjos de família: discutindo gênero na História e na contemporaneidade</strong>. Campina Grande: Projeto Pedagógico desenvolvido na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Solon de Lucena, 2015;</p>



<p>CEZÁRIO, Danilo de Sousa. <strong>Jovens contadores de nossa História</strong>. São José de Piranhas: Projeto Pedagógico desenvolvido na Escola Estadual de Ensino Fundamental Santa Maria Gorete, 2014-2015;</p>



<p>MONTEIRO, Francimeire Gomes. <strong>&#8220;Por uma educação antirracista&#8221;: </strong>ressignificando a África e os afro-descendentes. São Bento: Projeto Pedagógico desenvolvido na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio João Silveira Guimarães, 2015.</p>



<p><strong><u>Observação</u></strong><strong>:</strong> Houve uma pequena alteração nas bancas avaliadoras: uma das dissertações concorrentes foi orientada pelo Prof. Rodrigo Ceballos (UFCG). Neste caso, o Prof. Rodrigo foi realocado para participar da banca do&nbsp;prêmio&nbsp;de monografia, no lugar do Prof. Faustino Teatino Cavalcante Neto (UFCG), que, por sua vez, passou a compor a banca do&nbsp;prêmio&nbsp;de dissertação.</p>



<p><em><u>Editais</u>:</em></p>



<p><strong><a href="http://anpuhpb.org/docs/PremioDissertacaoANPUH-PB2015-2016.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener" data-wpel-link="external">Prêmio ANPUH-PB – Dissertação</a></strong></p>



<p><strong><a href="http://anpuhpb.org/docs/PremioMonografiaANPUH-PB2015-2016.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener" data-wpel-link="external">Prêmio ANPUH-PB – Monografia</a></strong></p>



<p><strong><a href="http://anpuhpb.org/docs/PremioEstagioSupervisionadoANPUH-PB2015-2016.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener" data-wpel-link="external">Prêmio ANPUH-PB de Estágio Supervisionado em Prática de Ensino de História</a></strong></p>



<p><strong><a href="http://anpuhpb.org/docs/PremioProjetoPedagogicoANPUH-PB2015-2016.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener" data-wpel-link="external">Prêmio ANPUH-PB – Prática Pedagógica em Ensino de História na Educação Básica</a></strong></p>
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